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Atendimento compartilhado é destaque no cuidado em saúde mental em Mafra



Quarta, 06 de novembro de 2019 11:19

 

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O cuidado compartilhado realizado entre ESF e CAPS acontece há dois anos em Mafra e a experiência foi premiada nacionalmente neste ano na “16ª Mostra Brasil, aqui tem SUS” e o Ministério da Saúde irá fazer um documentário/webdoc sobre a experiência exitosa no município, ainda neste mês. É válido destacar também que, desde 2017, os colaboradores da Secretaria de Saúde de Mafra estão envolvidos em um processo de educação permanente, por meio de formações e capacitações em saúde mental com a atenção básica, para tornar o atendimento cada vez mais eficiente e integrado.

Hoje, Mafra conta com um fluxo bem definido de atendimento, em que o usuário do CAPS é visto como usuário de outros serviços da rede. Segundo o médico da ESF Bela Vista, Dr. Enio Alves Coimbra: “É preciso conscientizar as pessoas de que o CAPS é essencial para o paciente, não somente na questão de tratamento, mas sim pelo trabalho de inclusão que é realizado”. Prova dessa inclusão é a exposição dos trabalhos realizados pelo paciente Flaviano, que é morador da localidade de Bela Vista, durante as atividades alusivas ao Outubro Rosa na unidade.

Exposição de arte

Flaviano tem diagnóstico de esquizofrenia e é cuidado pelo Centro de Atenção Psicossocial e pela ESF Bela Vista, e expôs o seu trabalho artístico como forma de combate ao preconceito aos pacientes de saúde mental utilizando como tema a frase de Friedrich Nietzsche “A arte existe para que a realidade não nos destrua”.

De acordo com Adriana Moro, coordenadora do CAPS I – Casa Azul, “O CAPS deve ser um ambiente de transição quando o paciente apresenta um estado de saúde mental mais grave. Quando estabilizado, o paciente pode ser acompanhado na ESF do seu território, sempre com o apoio do CAPS. Isso é importante principalmente no interior do município. É necessário que as pessoas com doenças mentais possam sentir-se parte da comunidade, isso melhora o tratamento e o risco de novas crises/recaídas”.

Obs: O paciente e sua família autorizaram a divulgação do diagnóstico.


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